Sem grandes apresentações, agora estou a falar com uma amiga via "SMS" sobre ideais, e como as pessoas mudam e moldam os seus através dos anos, no meio deste dialogo, os meus ideais são postos a prova, eu que sinto que os meus ideais não mudam a muito tempo, e alguém que
passamos a conhecer como o "inimigo", provou-me que um ideal básico que costumo preservar está a ser corrompido por um egoísmo, como preservar os ideais e esquecer a nossa natureza humana, errar e poder errar, notei que em palavras naturezas são moldadas e que as mesmas são destruídas, vivemos para isto construir e destruir? Não quero de maneira alguma trazer mais literatura de bolso, questões existenciais de capa da Tvguia nem nada do género, quero discutir comigo mesmo, e perguntar-me como e porquê? A busca de saber ou a busca de aceitação levou-me a tantos sítios, já gritei ideais e palavras de ordem em pé, já insultei, eu próprio já destrui sem saber ou sem querer acabamos por destruir. Mas no fim de contas, uma conclusão minimamente estranha e carregada de simplicidade, as coisas que aprendemos e interessam e que acabam por ser importantes no nosso dia-a-dia e a forma como tomamos o próximo passo são nos transmitidas de formas irónicas, de gestos contra o bom senso, de ódios e até através de discussões, não quero vir aqui armar-me em traumatizado nem em contar a minha vida pessoal por mais interessante ou desinteressante que seja, mas para terem exemplos práticos, um dia um professor de educação física disse algo que me mudou profundamente, "A nossa liberdade começa quando a do outro acaba" estranho associar isto a uma figura, extremamente musculada, que era mesmo, com filosofia de tropa aplicada a jovens de 15/16 anos e que de certa forma detestava, alguém que muda a opinião dos outros em relação a si com tal golpe de saber, a outra foi uma poesia transmitida por um professor de português com quem tinha uma pequena guerra que foi um poema de José Régio oCântico Negro algo que alterou em muito a minha maneira de ver, outra foi essa mesma amiga que me disse agora, que foi "Nem todas as perguntas, têm apenas uma resposta" é verdade e a vida não e ciência exacta, a outra foi-me transmitida por um artista Angolano, tenho duvidas que a mensagem seja original dele mas pronto e parte da sua música "Atrás do Prejuízo" de MC-K e a mensagem e tão simples que dói cantarolar "Eu vou sorrir para não chorar, vou cantar para não pensar as "Malambas" desta vida", critiquem mas na procura de um modo de vida uma conjugação de tantos é o mais viável, não vamos ao extremismo, estou-me a lixar para tudo eu mando eu faço, quero e posso, não vamos ao extremismo de vamos nos subjugar a tudo o que nos atiram pois esse não é modo de vida, agora vamos a aplicação... fica para mais tarde ;) obrigado por me terem "ouvido".
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