Tantas histórias de amor, tantos livros sobre o tema, e ninguém chega a uma única conclusão, a não ser claro que existe mas depende da forma como o experencia-mos.Olá. - Diz a menina ao rapaz.
Olá. - Diz ele mirando a bola de futebol invés dela.
Nunca largas essa bola, porquê?
Eu largo-a sim, mas porque tem que ser, já nem na sala posso tar ao pé da bola.
É o teu castigo, é normal, portas-te mal.
Oh.
E o que fazes quando não tens a bola?
Vejo-te.
Vez-me?
Sim.
Porque me vês tu?
Não sei, acho que és....... - envergonhado o rapaz, reage rematando a bola contra a parede.
O que achas que sou? Não digas marrona.
Não, não é isso, sério.
Então.
Acho-te linda, tás contente agora?
Ele foge bola debaixo do braço sem saber onde ir, ela fica sem jeito, mira a parede com a marca da bola molhada e corre atrás dele.
OLHAAAAAAAAAAAAAAAAA. - Diz ela gritando.
Sim?
Como me podes achar linda se tás sempre a olhar para a bola?
Quando não posso ver a bola, vejo-te a ti, e reparo.
Mas gostas mais de quem? De mim ou da Bola?
Da bola, mas também gosto de ti, senão estaria atento à aula, e não a ti!
E quando eu quiser te dar um beijinho onde fica a bola.
A bola ficará aos nossos pés, para sentir-mos bem melhor.
Um beijinho suave acontece.
Na simplicidade deles o amor acontece mesmo que outros amores existam, e se ama-mos aprende-mos a respeitar isso, amar algo diferente não significa que nao se ame alguém apenas que ama-mos a duplicar, e com isso o nosso coração cresce.
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