domingo, 4 de julho de 2010

Cya.....

parece que hoje falo, só, para as folhas infinitas deste caderno interminável, folhiei o livro da razão a procura do nada... folhei-o agora a inquietude que assume a minha frágil alma, assume os cordões de fantoche que me movem, atravesso as faixas, muito navegadas, do album upa 2008 na esperança de encontrar alguma sorte, mas na realidade não procuro nada, o nada que se instalou no meu peito sufoca-me, afoga-me e mata-me lentamente, sinto as lagrimas invadirem os meus olhos vindas pela traqueia, controlo este vomito triste, controlo, nao quero chorar, nao quero chorar a frente de ninguem, nao quero chorar, EU NAO CHORO, nao por ser homem, nao por ser pessoa, simplesmente pela minha honra de samurai sem bushido, sem força para hara kiri, nao choro por uma honra manchada e um suspiro de miudo que gosto de ser que diz esperança, mas esse suspiro está a morrer, tanta gente, tanta gente que perdi, Rui, Susana, Claudio, Passadinhas, Joe, Leslie, Denise, Patricia, Mario, Ricky, Preto, Filipe, Toni, Sergio, Adi, Kulk, Nuno, Ana, Cris e agora tu Flávia, os suspiro que me gritava aos ouvidos morre, fica bastante baixo, já quase não o ouço..... bem isto fica aqui... para que todos saibam que nao me esqueço.... portanto adeus..... vivo com este peso, morto dentro de mim, não me livro dele por nada, esta honra manchada impede-me.....

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